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Partindo
do Farol da Barra, onde está instalado o
Museu Náutico com um grande acervo de cartas
e instrumentos de navegação, livros, mapas
e “tesouros” arqueológicos recolhidos em
naufrágios ocorridos nos mares baianos,
desde a descoberta do Brasil. Depois segue-se
através da avenida Sete de Setembro, subindo
a ladeira da Barra, Igreja de Santo Antônio
da Barra, Igreja da Vitória, Campo Grande
ou largo Dois de Julho, e o Teatro Castro
Alves, com suas linhas arrojadas, construído
sob inspiração do período modernista. Em
seguida, passando pelo Forte de São Pedro,
percorre-se toda a “Avenida Sete”, com uma
enorme variedade de lojas que faz o típico
comércio de Centro, passando pela praça
Castro Alves, passando pela praça municipal,
onde estão situados o Palácio Rio Branco,
que abrigava o Governo do Estado, e a Câmara
Municipal, em frente ao Elevador Lacerda,
de cujas balaustradas se contempla uma das
mais belas vistas da Baía de Todos os Santos.
A caminhada segue até a Praça da Sé e a
famosa escultura da “Cruz caída”, obra do
artista plástico baiano Mario Cravo, simbólo
de protesto pela destruição da igreja da
Sé, há muitos anos atrás. Adiante, o Terreiro
de Jesus e as ruas do Pelourinho, maior
conjunto arquitetônico barroco das Américas.
Visita à igreja de São Francisco - “a igreja
de ouro” - e à Catedral Basílica e Largo do Pelourinho. Regressando ao hotel. |
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Começando
no Farol da Barra, onde está instalado o
Museu Náutico com um grande acervo de cartas
e instrumentos de navegação, livros, mapas
e “tesouros” arqueológicos recolhidos em
naufrágios ocorridos nos mares baianos,
desde a descoberta do Brasi. Dalí
segue-se pela Av. Centenário, passando
pelo shopping Barra, parando para fotos
no dique dos orixás , antiga usina
geradora de energia para boa parte da cidade
e onde hoje flutuam os orixás, monumentos
esculpidos em metal para homenagear as divindades
mais importantes do candoblé e a
antiga Fonte Nova, estádio demolido
em 28 de Agosto, para a constrção
da nova Arena Fonte Nova, onde será
sediada a copa de 2014. Saindo do dique,
o roteiro segue pelo Vale de Nazaré
e chega à cidade baixa através
do túnel Américo Simas, passando
pela zona portuária e atravessando
o bairro comercial da Calçada, onde
se vê o belo prédio que abriga
a Estação Ferroviária,
de onde saem os trens para o subúrbio.
Chegamos a colina do Bonfim. Saindo da Igreja
do Bomfim, segue-se pelo Monte Serrat, parando
na ponta e forte do humaitá, de onde
se tem uma vista única da cidade
e da baia de todos os santos. No retorno,
teremos uma parada, opcional, para compras
de artesanato no Mercado Modelo, em frente
ao famoso Elevador Lacerda,onde se pode
assistir as “rodas” de capoeira,
regressando-se ao hotel. Duração:
3 horas.
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Partindo
do Farol da Barra, onde está instalado
o Museu Náutico,
segue-se para o Dique dos orixás,
antiga usina geradora de energia para
boa parte do centro da cidade e onde hoje,
flutuam os Orixás, e a antiga "Fonte
Nova", esdádio de futebol
demolido em 29/06/10, para a construção
da nova Arena Fonte Nova. Saindo do dique,
o roteiro segue pelo Vale de Nazaré e
chega à cidade baixa através do túnel
Américo Simas, passando pela zona portuária
e atravessando o bairro comercial da Calçada,
onde se vê o belo prédio que abriga a
Estação Ferroviária, de onde saem os trens
para o subúrbio, chegamos a colina do
Bonfim, em cuja basílica, repleta de ex-votos,
o povo de Salvador presta, em janeiro,
uma grande homenagem ao protetor, com
uma caminhada de 8 km, partindo da igreja
de Nossa Senhora da Conceição da praia,
até o alto da colina sagrada. Saindo da
Igreja do Bomfim, segue-se pelo Monte
Serrat, parando na ponta e forte do humaitá
de onde se tem uma vista única da cidade
e da baia de todos os santos. No retorno,
teremos uma parada, opcional, para compras
de artesanato no Mercado Modelo e dalí
segue-se para o Centro histórico,
onde se pode visitar o largo do Terreiro
de Jesus, Igreja São Francisco,
Lago do Pelô, Catedral Basílica,
Praça da Cruz caída, Elevador
Lacerda, Palácio Rio Branco e os
demais pontos turísticos descritos
no tour histórico. Duração
do passeio: 6 horas. | | | | |
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Saindo
do Farol da Barra, percorrre-se as praias
da Barra, Ondina, Amaralina, Pituba, Jardim
de Alah, Corsário, Boca do Rio, Pituaçú,
Jaguaribe, Piatã, Plakaford e
Itapoan, essa
última cantada na tão famosa canção, “Tarde
em Itapoan” de Dourival Cayme. Em Itapoan,
fazemos uma rápida parada na Lagoa de Abaeté,
lagoa de águas escuras, com muitos
mistérios e encantos, muitas lendas surgiram
em torno das águas escuras dessa massa de
água doce cercada pelas alvíssimas areias
de imensas dunas. A antiga Lagoa de Itapuã,
escondida em meio a belezas naturais, reverenciada
como sagrada, pelos adeptos do candomblé.
Saindo do Abaeté, segue-se pela Estrada
do Coco, rumo ao Litoral Norte, com rápida
parada em Barra do Jacuipe, um dos mais
belos cenário do Litoral Norte e Guarajuba,
finalizando na famosa Praia do Forte, antiga
vila de pescadores, nascida ao lado do Castelo
de Garcia D’Ávila - única construção de
estilo medieval das Américas, cujas ruínas
hoje preservadas, podem ser visitadas e
fotografadas por todos que visitam a Praia
do Forte e suas belezas naturais. As ruas
de Praia do Forte possuem diversas lojinhas,
bares e restaurantes e no final da rua,
encontra-se o Projeto Tamar, orgão do IBAMA
e principal protetor das tartarugas marinhas
em risco de extinção. Após a visita ao Projeto
Tamar, faz-se uma parada opcional para compras
de artesanato, almoço ou banho de mar até
16:00hs, hora em que retorna-se ao hotel. |
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Cena indescritível é
a da chegada às cidades baianas de
São Félix e Cachoeira, parece
que estamos entrando num cenário
cinematógrafico de filme de época.
Separadas pelo rio Paraguaçu que
nasce na Chapada Diamantina e ligados por
uma ponte de ferro (Rodoferroviária)
construída por ingleses e inaugurada
por D. Pedro II em 1859, os municípios
têm belíssimos prédios
coloniais. Em uma volta
rápida pelo centro da cidade é
possível ver a riqueza dos detalhes
das construções como o prédios
da Santa Casa (1734), a Capela de Santa
Bárbara, o Chafariz Imperial (1827),
a Igreja da Ordem Terceira do Carmo (1724),
a Matriz Nossa Senhora do Rosário
e o sobrado da Irmandade da Boa Morte (grupo
remanescente de escravos, composto só
de mulheres negras, primeiro terreiro de
candomblé do país). Tombada
pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio
Histórico e Artístico Nacional)
em 1971, passou a ser "Cidade Monumento
Nacional" e depois de Salvador é
a cidade baiana que reúne o mais
importante acervo arquitetônico do
estilo barroco. No século XIX Cachoeira
teve projeção na história
política nacional. Dali ecoaram os
primeiros gritos contra a opressão
portuguesa, visando a criação
de um movimento organizado em prol da independência
do Brasil. Foi a Câmara Municipal
de Cachoeira que, em 1822 proclamou D. Pedro
“Príncipe Regente do Brasil”.
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